O amor a si próprio

amar de verdade

Estava eu aqui, na minha reflexão da noite, conversando com Deus quando abri um livro, num trecho que me passou uma bela mensagem. Vim compartilhar com você.

“Quando conseguirmos amar de verdade a nós próprios, tornamo-nos capazes de amar verdadeiramente a todas as pessoas e todas as coisas. Se você ama verdadeiramente a si próprio, não deve acreditar na existência de doenças e infelicidades, mas sim manter a convicção de que ninguém lhe poderá fazer mal. Nunca deve acreditar que é infeliz. Se acreditar que é infeliz, você se tornará infeliz. Não tema pelo seu destino acreditando que será ruim. O temor atrai coisas negativas.

Se você amar a si próprio, nada poderá lhe fazer mal, e assim você viverá no reino de Deus, na condição de filho(a) de Deus.

O reino de Deus é um mundo de Grande Harmonia. É um mundo sem restrições, onde há plenitude de todas as coisas. Se você amar verdadeiramente a si próprio, compreenderá esta verdade; conseguirá libertar-se de todas as amarras, até mesmo dos piores vícios.” – Parte da palestra de Starr Daily*.

Livro: Conforme a atitude mental, vol. 2, Katsumi Tokuhisa, p. 174.

*Starr Daily foi chefe de uma terrível gangue que fez estremecer a América. Preso e condenado por 2 vezes, numa sessão de tortura perdeu a consciência e viu Jesus Cristo que, ao seu lado, fitava-o com um olhar de profunda misericórdia. A partir dessa experiência, Starr Daily se regenerou e despertou para a verdadeira natureza do ser humano. Após cumprir pena e sair da prisão, ele saiu viajando por toda a América, proferindo palestras com base nessa inesquecível experiência. Difundiu assim o amor que ilumina e proporciona paz à humanidade.    

Gostou dessa mensagem? Quando nos reconhecemos como filhos(as) de Deus e aceitamos essa felicidade, tudo na nossa vida melhora. E por que? Porque ao vivenciarmos esse amor, ele se torna a base dos nossos pensamentos, sentimentos e hábitos. Passamos a nos amar, respeitar, perdoar e isso tudo fazemos também com o outro, pois esse amor vivenciado é tão grande que transborda ao nosso redor. Lembramos que o outro é nosso irmão ou irmã e que nos cabe apenas amá-lo(a) como filho(a) de Deus. Eu sei que é difícil, mas devemos praticar! E você? O que pensa?

Obrigada pela visita.

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